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Luiz Felipe Pondé
O filósofo e professor Luiz Felipe Pondé trata da origem do politicamentecorreto e suas tendências ideológicas
O livro da filosofia
"Aja como se o que você faz fizesse diferença” (WILLIAM
JAMES). Esta frase foi extraída do seguinte livro:
'O livro da filosofia' apresenta a filosofia desde a Antiguidade
e é composto por capítulos organizados em torno de máximas de expoentes da
filosofia. A partir dessas máximas, o pensamento é estudado e posto em diálogo
com as discussões do momento histórico em questão e com outras épocas e
perspectivas. Assim, as visões e teorias conflitantes são postas lado a lado,
mostrando que a prática da filosofia não se faz de pensamentos estáticos, mas
de uma atividade cotidiana na qual se questiona o viver e suas contradições,
expectativas e temores.
Teoria mostrada
Uma das probabilidades do cardápio (a que foi escolhida)
"O tempo que se perde, não se torna mais a achar."
"O tempo que se perde, não se torna mais a achar."
Trecho de palestra de Mário Sérgio Cortella que
trata das tecnologias influenciando na nossa relação com o tempo e dirimindo
nossa paciência. No trecho escolhido, as críticas são sobre o uso do controle
remoto.
Teoria lida
Uma das probabilidades do cardápio (a que foi escolhida)
"O tempo rói o ferro, quanto mais o amor."
Para saber mais: Livro Não nascemos prontos
“Os dentes do tempo” (Não nascemos prontos! Provocações Filosóficas)
“O tempo devora certezas, materialidades, expressões, relações e, anuncia rupturas, esquecimentos.”
“Exemplos? Para esses meninos e meninas que estão agora começando a adolescência, alguns chavões que nós, mais idosos, usamos no dia a dia (originados das nossas modernidades tecnológicas do século 20), não fazem o menor sentido! Em um diálogo (diálogo?) ele fala alguma coisa que não ficou clara e você diz: Não caiu a ficha... Ele fica olhando; de qual ficha está falando? Ora, ele já cresceu usando cartão telefônico, e, se tiver menos de 15 anos de idade, nunca viu uma ficha. Como é que vai saber o que você quer dizer?”
“Nós vimos e nem sempre nos acostumamos ou sabemos lidar com eles; o pior é que, com freqüência, nos distraímos da passagem do tempo”
(CORTELLA, 2010, p. 91-2)
Quem é Cortella?
Mario Sergio Cortella,
filósofo, com mestrado e doutorado em Educação pela PUC-SP, na qual é docente
desde 1977; nela é professor-titular do Departamento de Fundamentos da Educação
e do Programa de Pós-Graduação em Educação e por 32 anos atuou também no
Departamento de Teologia e Ciências da Religião. É autor de vários livros,
dentre eles: “O que é a pergunta?” (Filosofia), com Silmara Cadasei (Cortez), “Não
espere pelo epitáfio: provocações filosóficas” (Vozes), “A escola e o
conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos” (Cortez).
Algumas publicações de Mosé como filósofa:
Nietzsche e a grande política da
linguagem (Editora Civilização Brasileira, 2005)
O presente livro foi organizado por Viviane, junto com Chaim Katz e Daniel Kupermam, tendo como base o congresso realizado pela Formação Freudiana com o mesmo nome. O artigo de Viviane no livro se intitula “A literatura e o vazio”.
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